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Por que ser um microempreendedor individual?
Por que ser um microempreendedor individual? Veja vantagens, limites e o que muda na prática antes de decidir se o MEI cabe no seu negócio.
4 min de leitura

Por que ser um microempreendedor individual? A pergunta cabe a quem vai empreender sozinho e ainda cabe no teto vigente.
O MEI é a porta de entrada mais simples. Não é a única, e não serve para todo CNAE.
Este texto ajuda na decisão. O passo a passo de abrir MEI fica no guia.
Resumo rápido
- Ser MEI faz sentido se a ocupação for permitida e o faturamento couber em R$ 81.000 por ano.
- A vantagem central é o CNPJ com DAS fixo e cobertura do INSS.
- A formalização é gratuita no Portal do Empreendedor.
- Vale no máximo um empregado. Sócio de outra empresa não entra.
- Endereço de casa pode não servir. Aí entra um endereço comercial.
Este artigo é informativo. Não substitui contador ou o Portal. Regras variam por atividade e município.
As vantagens de ser MEI
Você passa a ter CNPJ. Isso facilita conta PJ e pedido de crédito.
O regime é uma versão simplificada do Simples Nacional. O imposto mensal é o DAS.
O valor corresponde a 5% do salário mínimo, mais ICMS ou ISS da atividade.
Em 2026, com o mínimo em R$ 1.621, o DAS de comércio ficou em R$ 82,05. Serviços ficaram em R$ 86,05. Quem faz os dois, R$ 87,05.
Confirme o valor vigente no Portal antes de pagar. O vencimento é no dia 20.
Outra vantagem é emitir nota. Sem nota, muita venda para empresa simplesmente não acontece.
A cobertura previdenciária também pesa. Com o DAS em dia você se torna segurado do INSS.
Isso inclui aposentadoria por idade, auxílio por incapacidade e salário-maternidade. Cada benefício tem carência.
Se o negócio crescer, o MEI pode ter um empregado. A remuneração costuma ser um salário mínimo ou o piso da categoria.
Quando o MEI não é a melhor escolha
Antes de se cadastrar, verifique se a atividade é permitida.
Profissão com conselho de classe fica de fora. Quem já é sócio de outra empresa também.
O teto de R$ 81 mil é rígido. Passar de 20% acima dele muda o enquadramento no próprio ano.
Se você já prevê sócio ou faturamento maior, avalie outro porte desde o começo.
EIRELI não é mais o caminho. Essa figura foi extinta. Quem cresce costuma ir para microempresa no Simples.
Também vale olhar o endereço. Prestador de serviço pode trabalhar em casa. O cadastro ainda precisa de um local válido.
Alguns condomínios e bairros de Belo Horizonte não aceitam atividade comercial no imóvel.
Nesses casos, o Desk oferece endereço fiscal. Também há escritório virtual.
A casa não precisa ir para o CNPJ. O detalhe está em MEI pode registrar a empresa em casa.
Conclusão
Ser um microempreendedor individual vale quando a atividade cabe na lista e o teto ainda é realista.
Você ganha CNPJ, nota e uma rede previdenciária simples. Em troca, paga o DAS e entrega a declaração anual.
Se a decisão já estiver clara, volte ao guia e abra o MEI no Portal.
Se o gargalo for endereço em BH, fale com o Desk. Formalizar não precisa expor a residência.
Perguntas frequentes
Vale a pena ser MEI para quem está começando sozinho?
Em geral, sim, se a atividade for permitida e o faturamento couber no teto de R$ 81.000 por ano. O custo mensal é o DAS. A formalização é gratuita.
Qual a principal vantagem de ser microempreendedor individual?
O CNPJ com imposto fixo e cobertura previdenciária. Você emite nota quando ela for devida e passa a ser segurado do INSS ao pagar o DAS em dia.
Ser MEI isenta de todos os impostos federais?
O MEI recolhe o DAS, que já concentra a contribuição previdenciária e o ICMS ou o ISS da atividade. Confirme o valor vigente no Portal do Empreendedor.
O MEI pode ter empregado?
Sim, no máximo um. A remuneração costuma ser de um salário mínimo ou o piso da categoria. Um segundo empregado pede outro enquadramento.
Quando o MEI deixa de valer a pena?
Quando o faturamento se aproxima do teto, a atividade sai da lista ou você precisa de sócio. Aí o caminho costuma ser migrar para microempresa.